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Bíblia da CNBB ou Tradução da Bíblia da CNBB (2000)


Bíblia da CNBB ou Tradução da Bíblia da CNBB

Em 1996, a Assembléia Geral da CNBB aprovou a

“publicação de uma Bíblia, de texto contínuo, levemente diferente das perícopes litúrgicas já publicadas. Esta será a tradução oficial da CNBB e servirá de referência para uma futura edição dos textos litúrgicos” (Comunicado Mensal, Abril 1996, p. 712).

Em 1997 foi publicado, por diversas editoras¹, em caráter experimental, o Novo Testamento. A edição incluía um convite para que os leitores mandassem sugestões ao Secretariado. Uma avaliação organizada logo depois aprovou amplamente o texto, as introduções e o glossário (vocabulário). Quanto às notas referenciais, a aprovação foi um pouco menos expressiva, pelas razões que vamos expor mais adiante. Na presente hora, o projeto está entrando na reta final. No ano 2000 será revisada a tradução do Antigo Testamento, praticamente pronta na mesa dos tradutores, e também o Novo Testamento, com base nas reações recebidas. Diante disso, julgamos útil publicar um esclarecimento, para informar o público católico a respeito da finalidade e das características exatas dessa nova tradução.

Como base para este esclarecimento sirva a palavra que Dom Lucas Neves deixou escrita na Apresentação da publicação do Novo Testamento, em 1997:

“Esta tradução tem sua origem remota nas valiosas traduções que, nos últimos cinqüenta anos, foram elaboradas no Brasil, a partir dos textos originais. Foi, porém, a tradução dos textos bíblicos para os livros litúrgicos, aprovados pela Santa Sé em 1994, que motivou, mais diretamente, a tradução da Bíblia inteira, cujo primeiro resultado se apresenta nesta publicação do Novo Testamento. O empenho dos tradutores não se limitou aos textos que não constam nos livros litúrgicos. A fim de favorecer uma leitura contínua da Bíblia, deu-se a devida atenção à unidade estilística entre os textos não lidos na Liturgia e as perícopes litúrgicas já existentes. Além disso, foi levada em consideração, sistematicamente, a nova tradução oficial da ‘Vulgata’, conforme o desejo expresso pelo Concílio Vaticano II e pelos últimos Papas”.

¹ Vozes/Santuário, Loyola/Paulinas, Paulus e Dom Bosco. As editoras tinham liberdade quanto à disposição do texto, introduções, notas e glossário. Podiam inclusive aumentar os comentários e notas, se quisessem, mas, visto o caráter experimental, nenhuma editora fez isso.

Para que mais uma tradução?

Existem, de fato, no Brasil, umas dez traduções da Bíblia inteira, além das que só trazem o Novo Testamento. Exatamente esta situação faz sentir a necessidade de uma tradução de referência, sem privilegiar tal ou tal edição existente. Tal tradução de referência poderá ser citada em textos oficiais da Igreja e, quando chegar o momento de atualizar os livros litúrgicos, incluída nestes. Servirá de referência para a produção de estudos bíblicos pormenorizados, para propostas de novas interpretações etc. Deverá ser conhecida pelos estudantes de teologia, animadores pastorais etc., ainda que utilizem também outras traduções, em função de finalidades específicas. Os estudiosos poderão derivar dela instrumentos didáticos: sinopse evangélica, concordância e, quem sabe, algum dia ela talvez se torne a base de uma edição interconfessional.

Características

Como características desta tradução referencial foram privilegiadas a clareza, a proclamabilidade, a proximidade das perícopes lidas na Liturgia e a fidelidade aos textos originais, conforme o modelo da tradução latina oficial da Igreja Católica, a Nova Vulgata.

A Nova Vulgata

Que implica a referência à Nova Vulgata? Na Orientação para o Leitor (da edição do Novo Testamento) lemos:

“A tradução foi preparada diretamente a partir das atuais edições científicas dos textos gregos originais, integrando com algumas adaptações os textos litúrgicos oficiais da Igreja Católica no Brasil (aprovados pela Santa Sé em 1994) e orientando-se pelas opções textuais e interpretativas da tradução latina oficial da Igreja Católica, a Nova Vulgata, encomendada pelo Concílio Vaticano II, reconhecida pelo Papa Paulo VI e promulgada por autoridade do Papa João Paulo II” (Const. Apost. Scripturarum Thesaurus, 1979).

Os textos-base são, portanto, o original grego do Novo Testamento e os originais em hebraico, aramaico ou grego dos livros do Antigo Testamento. A Nova Vulgata não é considerada como texto-base, mas como tradução “típica”, orientadora, em virtude de sua qualidade intrínseca e da recomendação do Concílio Vaticano II e dos últimos Papas. Esta posição foi objeto de discussão. Houve quem propusesse que a própria Nova Vulgata fosse texto-base, para que a tradução da CNBB tivesse uma identidade nitidamente distinta das outras traduções, feitas a partir dos originais hebraico-aramaicos e gregos (Almeida, LEB/Bíblia Mensagem de Deus, Bíblia de Jerusalém, Vozes, Ed. Pastoral, TEB/Tradução Ecumênica da Bíblia, Bíblia na Linguagem de Hoje) ou a partir da antiga Vulgata (Figueiredo, Matos Soares). Mas isso seria uma tradução de uma tradução que se apresenta a si mesma como uma revisão... Preferiu-se, por isso, adotar a posição da Conferenza Episcopale Italiana (CEI) por ocasião da terceira revisão da Bíblia oficial da Igreja Católica na Itália, a “Bíblia CEI”. Para seus objetivos — “a comparação com a Nova Vulgata, o dever de fidelidade aos originais, o pedido de uma linguagem fácil e comunicativa, as exigências da proclamação e do canto” — os estudiosos italianos basearam-se “nas edições críticas que serviram de base para a correção da própria Vulgata” (G. Danieli, Il Nuovo Testamento riveduto, em: Il Regno-attualità, 16 [1996] 469). Sendo a Nova Vulgata uma correção da antiga Vulgata, com base nas modernas edições científicas, a revisão da Bíblia CEI usa como texto-base as edições científicas dos originais (o texto de Aland-Black-Martini-Metzger-Wikgren para o Novo Testamento e a “Stuttgartiensis” para o Antigo). Seguimos o mesmo princípio. Nos raros casos em que os tradutores julgam dever apresentar uma tradução que, quanto ao conteúdo, se afasta da Nova Vulgata, esta é mencionada em nota, para que o leitor sempre possa conhecer a interpretação da Nova Vulgata. Quanto à forma (construção da frase etc.), impõem-se evidentemente as exigências da língua portuguesa e do estilo visado. Aportuguesar, meramente, a Nova Vulgata, não teria nenhum sentido. Numa língua neolatina como o português, facilmente se incorre no perigo de simplesmente “aportuguesar” o latim antigo ou eclesiástico. Na realidade, porém, muitos termos latinos têm, no português atual, um sentido bastante diferente. Durante séculos, as traduções latinas subsistiram sem contato direto com a semântica viva das línguas modernas. O termo scandalum, transcrito do grego skandalon, pouco tem a ver com “escândalo” no português atual. Por essa razão optou-se, no Prólogo de João, por usar “Palavra” em vez de “Verbo”: o significado não é o de “verbo” em português, mas de “palavra” mesmo (a palavra da criação, a palavra profética, e não o Logos da filosofia grega, que entrou mais tarde na teologia patrística).

O uso da Nova Vulgata como “tradução típica” acarreta algumas conseqüências quanto à organização do texto. Adota-se a ordem dos livros segundo a Nova Vulgata, incluindo, evidentemente, os livros deuterocanônicos (Baruc, Tobias, Judite, Sabedoria, Eclesiástico, 1-2 Macabeus), que faltam nas edições protestantes tradicionais (hoje muitas os incluem como apêndice ou seção especial, como faz também a TEB/Tradução Ecumênica da Bíblia). Os Salmos recebem numeração dupla (hebraica e grega). No livro de Ester são incluídos os fragmentos gregos com a numeração (um tanto imprática) da Nova Vulgata. Etc.

Liturgia, Catequese, Formação Ministerial

Também o princípio de proximidade dos textos lidos na Liturgia exige esclarecimento. Inicialmente houve quem sonhasse com uma Bíblia que pudesse até substituir os lecionários litúrgicos. Os liturgistas bem sabem que isso é impossível. Mas é desejável que a tradução de referência seja o mais possível igual à adotada nos textos litúrgicos. Acontece, porém, que, no Brasil, a tradução das “perícopes” litúrgicas foi feita antes de se dispor de uma tradução de referência. Popularmente falando, por causa da pressa, o carro foi colocado na frente dos bois... Daí a presente situação. Além de os textos litúrgicos apresentarem exigências próprias (fórmula inicial da perícope, uso de certos termos com incidência litúrgica etc.), houve imperfeições na tradução que foi aprovada pela Santa Sé (não foi considerada sistematicamente a Nova Vulgata, faltou homogeneidade na tradução em geral e, mais especialmente, nos textos paralelos dos evangelhos sinóticos). Ora, como dependem de aprovação da Santa Sé, as perícopes não podem ser modificadas enquanto os atuais livros litúrgicos estiverem em vigor. Mas a tradução de referência que ora está sendo preparada, e que depende só da aprovação da Presidência da CNBB, pode introduzir já algumas melhorias. Explica Dom Lucas, na mencionada Apresentação do Novo Testamento, que a tradução

“[...] não é, portanto, totalmente idêntica aos textos litúrgicos oficiais, porém, deles se aproxima o mais possível. Não se trata ainda de uma tradução para o uso litúrgico, que necessitaria da aprovação da Santa Sé. Por isso, poderá ser melhorada em edições posteriores, com a aprovação da Presidência da Conferência Episcopal. [...] O próprio uso desta tradução da Bíblia por parte das comunidades, na leitura orante e na Catequese, na memória e no coração dos fiéis, ajudará, sem dúvida, a testar seu progressivo amadurecimento. Isto nos dá a esperança de ver futuramente a nova tradução da Bíblia aprovada também para o uso litúrgico”.

Quando a tradução ficar pronta, não vão ser modificados da noite para o dia os livros litúrgicos. Estes precisam ser atualizados mais ou menos de vinte em vinte anos, portanto, por volta de 2015. Quando chegar aquela data, os encarregados da atualização terão à disposição uma tradução da Bíblia inteira, concebida em continuidade com as perícopes litúrgicas, corrigida, homogênea e testada no uso. Os bois estarão, finalmente, na frente do carro.

Ora, não existe unanimidade sobre como deve ser uma tradução que possa ser usada na Liturgia. Embora a avaliação do Novo Testamento tenha sido muito positiva, algumas respostas da pesquisa acham a linguagem por demais acadêmica. A respeito disso, vale reler a Orientação para o Leitor, na edição do Novo Testamento:

“Como texto para a proclamação, pretende ser acessível no ato da proclamação. Isso não significa que o sentido completo e profundo se esgote no mesmo ato. Daí a preocupação de conservar o mais possível as conotações que acompanham muitas expressões bíblicas desde sua origem ou que legitimamente vieram à tona na tradição eclesial, especialmente na liturgia.

O estilo, simples e direto, conserva certa solenidade, como convém para o uso litúrgico e a compreensibilidade no ato da proclamação.

A linguagem procura corresponder ao vocabulário atual conhecido, pelo menos passivamente, nas diversas regiões e ambientes culturais do Brasil. Diante da diversidade de situações de proclamação e leitura, referimos, nas notas e no vocabulário, termos alternativos, para facilitar a explicação ou, se for necessário, substituir os termos por nós adotados. O mesmo vale para a forma da segunda pessoa do plural, vós, que adotamos por não se confundir com a terceira pessoa e por estar em consonância com a linguagem litúrgica, mas que em certos ambientes e circunstâncias talvez seja oportuno substituir por vocês e as correspondentes formas verbais e pronominais”.

Lembramos que o tratamento tu/vós faz parte do conhecimento passivo de toda a população brasileira, e a forma tu é coloquial no sul, no Rio de Janeiro, no nordeste e no norte do país, e mesmo em certas regiões do centro-sudeste. E se a nova tradução não adota certos termos mais simples já admitidos na Liturgia, isso se deve ao exame mais atento das conotações. Assim, evitou-se traduzir “geração” por “raça”, pois basta imaginar a tradução “raça de víboras” numa celebração ecumênica presenciada por judeus. O termo “raça” conota as modernas teorias racistas e nada tem a ver com o termo bíblico genea/gennema. A tradução semanticamente certa de gennemata echidnon (Mt 3,7 par. Lc 3,7) é simplesmente “víboras” ou “serpentes”. Quanto a “cobradores de imposto” (usado nas perícopes litúrgicas), observamos: num país onde o exemplo de sonegar imposto vem de cima, não convém dar a impressão de que cobrar imposto seja coisa imoral. Deveria ser traduzido por “cobradores de imposto a serviço do Império opressor”, ou por “fiscais do FMI”, mas optamos pelo termo tradicional, “publicanos”, esperando que numa homilia ou na catequese se explique bem “a parábola do fariseu e do publicano”. Ou deveríamos dizer: “a narrativa metafórica do piedoso legalista e do fiscal tributário a serviço do Império Romano”? Não será mais fácil explicar o que é uma parábola, um fariseu e um publicano?

Este exemplo suscita questões quanto à linguagem bíblica. Como todo e qualquer campo da cultura, também a tradição bíblica tem sua linguagem própria. Por mais que se usem termos acessíveis a todos, ninguém pode entrar no mundo da Bíblia sem entrosamento com sua linguagem. Para isso serve a catequese. A Bíblia só pode ser entendida no quadro de uma tradição que a explique, por meio da homilia, da catequese, do círculo de estudo etc. O sentido joanino do termo “amor” só é acessível numa tradição que guarde esse sentido, na teoria e na prática. Faltando essa, despontam as interpretações pouco ortodoxas do “Discípulo Amado”, veiculadas por aí. Não basta pôr a Bíblia na cabeceira da cama no hotel, supondo que qualquer turista a possa compreender.

Melhor respeitar o princípio do judaísmo e dos primeiros cristãos: a Torá e a Bíblia sempre vêm acompanhadas da explicação. Por isso a tradução deve trazer em seu bojo a profundidade do original e não ser vazada num vocabulário que empobrece demais. Procura-se uma linguagem simples e direta, não para tornar supérflua a explicação, mas para que ela penetre no ouvido e no coração, razão pela qual convém certa solenidade, poesia, força evocativa e figurativa... Isso não é elitista, nem exclui o povo. Foram as grandes traduções bíblicas que moldaram, no mundo protestante, as línguas modernas: o alemão, o inglês... Quem conhece a poesia popular sabe quantas vezes ela recorre a palavras inusitadas, porém compreensíveis por sua força imaginativa e pelo contexto do qual brotaram e no qual são transmitidas. Ora, a tradução da CNBB procura ser compreensível no contexto da vida de nossas comunidades de fé e de prática fraterna.

No mesmo sentido esperamos que aqueles que exercerão junto ao povo fiel os ministérios ligados à Liturgia e à Catequese sejam, durante sua formação, familiarizados com a tradução de referência, para que, por sua vez, familiarizem o povo com ela.

Organização e apresentação editorial

Na pesquisa avaliativa encontramos certo número de observações concernentes à apresentação física, notas, introduções e vocabulário. Esclarecemos que a CNBB quer apenas oferecer o texto da tradução e as notas essenciais. A Orientação para o Leitor precisa que subsídios, como sejam as introduções e o vocabulário, “não fazem parte do ‘texto bíblico’ supervisionado pela CNBB como tal, mas foram acrescentados por responsabilidade do Coordenador da publicação. Outros subsídios poderão ser acrescentados pelas editoras, ou oportunamente publicados à parte”.

Que significa isso concretamente? As “notas essenciais” são, antes, técnicas e informativas. Apresentam outras maneiras de ler ou de traduzir o texto original, apontam diferenças em relação à Nova Vulgata etc.; mostram assim que os tradutores conheciam os problemas subjacentes e fizeram sua opção. Essas notas podem ser enriquecidas com notas explicativas e catequéticas, por livre iniciativa das editoras ou das instâncias pastorais que o desejarem. Que isso não tenha acontecido nas edições experimentais do Novo Testamento até agora publicadas, deve-se ao caráter provisório e à falta de tempo para elaborar subsídios mais adequados. No rodapé ou em apêndice final, dependendo da edição, aparecem referências mínimas de paralelos bíblicos. Os editores poderão substituí-las por listas mais completas, colocá-las na margem (o que encarece a impressão) etc. Tudo isso acontecerá certamente à medida que a tradução se torne mais conhecida. O mesmo se diga do glossário e das introduções (que, por sinal, tiveram boa avaliação).

A função desta tradução não é, portanto, fornecer um subsídio acabado e suficiente de catequese bíblica, mas apenas um texto referencial com notas essenciais. A transformação em edições dirigidas a determinados usos ou ambientes cabe às instâncias interessadas. Todavia, uma edição econômica no estilo do já publicado Novo Testamento, incluindo o texto, as notas essenciais, reduzidos subsídios didáticos e referências litúrgicas, poderá responder à necessidade imediata.

E as outras edições?

Pelo dito, percebe-se também que esta tradução referencial não torna supérfluas as outras: nem as eruditas (Bíblia de Jerusalém, Tradução Ecumênica da Bíblia), nem as que procuram uma linguagem mais cotidiana (Bíblia na Linguagem de Hoje, Edição Pastoral). As traduções de tipo mais geral poderão com o tempo aproximar-se da tradução referencial; nada impede que alguma editora use como texto o da CNBB e, como notas e subsídios, aqueles que já figuram em sua edição atual. Na Alemanha existem diversas formas, publicadas por editoras diferentes, da “Tradução única” (Einheitsübersetzung). Na Itália a tradução da Conferência Episcopal foi publicada, por uma determinada editora, com as amplas notas científicas da Tradução Ecumênica da Bíblia (nossa TEB).

A questão ecumênica

Enfim voltamos à questão ecumênica. Não seria melhor pensar logo numa tradução ecumênica (além da erudita Tradução Ecumênica da Bíblia)? O trabalho ecumênico não é fácil no Brasil. Até hoje não foram publicados, no Brasil, os (breves) livros deuterocanônicos para a Bíblia na Linguagem de Hoje, embora a tradução esteja em andamento há quinze anos. Diante disso, pensamos que é melhor terminar primeiro a tradução referencial da Igreja Católica e depois negociar com as Igrejas mais próximas — especialmente as reunidas no Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC) — uma adaptação ecumênica.

No fim destas considerações queremos expressar nosso agradecimento aos que responderam à Avaliação da Bíblia-Novo Testamento (Tradução da CNBB). Sua colaboração ajudou muito para a reflexão de nossa equipe. Como, na pressa da primeira edição, se introduziram sinais não explicados, notas deslocadas etc., correções oportunas serão integradas na edição do Antigo e do Novo Testamento, prevista para o início do ano 2001.

As presentes informações servem também para dar às pessoas interessadas a oportunidade de enviar suas sugestões, dentro do caráter geral acima explicado, à

Dimensão Bíblico-Catequética da CNBB — C.P. 02067 — CEP 70259-970 — Brasília, DF

ou, segundo o assunto, aos coordenadores encarregados da revisão final:

- Pentateuco (Gn-Dt): Fr. Ludovico Garmus, OFM, Caixa Postal 90023 — 25689-900 Petrópolis, RJ;

- Livros Históricos (Js-2Mc): Pe. Johan Konings, SJ — C.P. 5024 — 31611-970 Belo Horizonte, MG;

- Livros Sapienciais (Sl-Eclo): Pe. Ney Brasil Pereira — C.P. 5041 — 88040-970 Florianópolis, SC;

- Livros Proféticos (Is-Ml): Pe. José Luís Gonzaga Prado — Av. João XXIII, 300 — 14340-000 Brodowski, SP (C.P. 159 — 37800-000 Guaxupé, MG);

- Novo Testamento: Pe. José Raimundo Vidigal, CSSR — Rua Tupis, 164 — 30190-060 Belo Horizonte, MG.

Johan Konings, SJ — Coordenador da Tradução
Instituto Santo Inácio, Caixa Postal 5047
31611-970 Belo Horizonte, MG/BRASIL
E-mail: isices.bhz@globalsite.com.br

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Fonte: CNBB, Dimensão Bíblica. “Bíblia da CNBB ou Tradução da Bíblia da CNBB”. Revista Eclesiástica Brasileira, v. 60, n. 238, 2000, p. 369–376. Seção: Comunicados.