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Bíblia Sagrada. Tradução da CNBB - Ney Brasil Pereira (2003)

 


RECENSÕES

Bíblia Sagrada. 2. ed. Tradução da CNBB, com introduções e notas. São Paulo/Petrópolis/Aparecida, Ave Maria/Vozes/Salesiana/Paulus/Santuário/Paulinas, 2002, 21 x 13,5 cm, 14+1490 p.

“Bem antes do prazo previsto, tornou-se necessária” a 2ª edição da Bíblia da CNBB, como observa a Apresentação desta edição. Com o mesmo formato, e a mesma elegante capa plastificada, a edição saiu menos volumosa: com vários ajustes na diagramação, o número de páginas caiu de 18+1654 para 14+1490 (168 páginas a menos!), as primeiras páginas tendo a numeração romana.

“Nesta 2ª edição, o texto bíblico sofreu apenas algumas correções urgentes”, adverte o apresentador, que reconhece porém a necessidade de “uma revisão acurada, com participação mais ampla”. Maiores modificações foram feitas em algumas Introduções e notas, as quais, como ainda adverte o apresentador, não fazem parte do texto oficial e portanto poderão ser diferentes, mais ou menos abundantes, numa outra edição do mesmo texto. Algo como tem sido feito na Itália, com o texto da CEI, a Conferência Episcopal Italiana, publicado com introduções e notas diferentes pelas várias editoras.

Modificou-se a posição das chaves interpretativas e das referências aos paralelos, que na 1ª edição se antepunham às perícopes, e agora foram integradas nas notas de rodapé. Isto conferiu muito mais nitidez ao próprio texto bíblico. É só comparar, por exemplo, o texto de Atos 7, como ficou na 1ª edição e como está agora. Quanto às notas de rodapé, que antes tinham “chamadas” no texto através de letras do alfabeto, agora não as têm, por causa da mesma preocupação de “limpar” o texto. Pessoalmente, penso que essas “chamadas” poderiam, mesmo deveriam, ter continuado no texto.

Estranhei que, desta vez, se omitiram os nomes dos autores da tradução, entre os quais me encontro. Por outro lado, tendo os nomes constado na 1ª edição, a ideia parece ser a de que o texto pouco a pouco assuma a característica de texto não deste ou daquele tradutor, mas de um texto público, comunitário, da Igreja no Brasil. Aliás, quanto à tradução como tal, subscrevo o que o apresentador escreve: “A tradução deverá sempre respeitar, o mais possível, o teor do texto original, deixando a explicação e a atualização para a homilia, a catequese e a formação permanente da fé”, incluindo nessa atualização, naturalmente, as notas e comentários.

Quanto às Introduções e notas, mas especialmente as Introduções, redigidas pelo jesuíta Pe. Johan Konings, da Faculdade de Teologia do Centro de Estudos Superiores da Companhia de Jesus, em Belo Horizonte, devo dizer que são uma preciosidade. Sucintas, em linguagem acessível, transmitem o essencial de cada livro bíblico, apresentando o conteúdo esquemático de cada livro em diagramas muito claros, já testados na edição do Novo Testamento, em 1997.

Quanto a falhas no texto, falhas de revisão etc., notei que muitas correções já foram feitas, em relação à 1ª edição. Mas há ainda bastante coisa a melhorar, num trabalho que é agora responsabilidade da CNBB: esse texto que, sem ser declaradamente “oficial”, é seu, da CNBB, mereceria o acompanhamento de uma equipe regularmente constituída. Naturalmente, não para modificá-la constantemente, mas para mantê-la na qualidade desejável. Só para dar um exemplo de correção feita: na p. 1147, no quadro cronológico do NT, está bastante claro o que ficou obscuro no mesmo quadro, na 1ª edição, p. 1273. De fato, agora se lê claramente: “m/m 6 aC, nascimento de Jesus em Belém” (na 1ª edição faltava esta indicação) e, na linha seguinte: “Infância e juventude em Nazaré”.

Passando, porém, para os detalhes, mesmo sem ter podido, evidentemente, ler todo o texto, vou elencar algumas das observações que fiz:

1) na p. VI, o paralelo estrito de Mt 5,48 é Lc 6,36, não 6,35.

2) Gn 43,14: a tradução alternativa apresentada na nota está obscura, e nada acrescenta.

3) Dt 32,15: a nota sobre Jesurun traz, como tradução do hebr. shor, “toro”, mas é, evidentemente, “touro”.

4) na p. 284, no diagrama de 1-2 Reis, saiu novamente a guerra “siro-efraimita” no tempo de Acab, o que não confere: essa guerra ocorreu no tempo de Acaz, mais de um século depois.

5) na p. 408, col. esq., no meio: após “a memória de Davi” fica melhor seu adultério com Betsabéia, em vez de “o adultério de Davi”.

6) na mesma p. 408, col. dir., 2ª alínea: “Enquanto as pessoas, algumas boas e outras más”, em vez de “Enquanto os homens, alguns bons e outros maus...”

7) Tb 1,16: o reinado de Salmanasar V foi de 726 a 721 aC, não “de 722 a 705”, reinado de Sargão II.

8) Jt 6,7: “Agora, porém, meus servos te arrastarão” (acrescentar “Agora, porém”).

9) 2Mc 13,24: a nota ficou obscura, interpretando “Hegemônida” como topônimo de província, quando é nome de pessoa. Outra conjectura: “...e o deixou como chefe militar e governador...”

10) Pr 3,26: “guardará teu pé, para que não caias na armadilha”, em vez de “para que não sejas preso”.

11) Pr 18,3: “Com a impiedade chega o desprezo”, e não “Com o ímpio”.

12) na p. 770, no diagrama sobre o livro da Sabedoria, os capítulos da parte central são 8,17–9,18, e não “8,17–19,22”. E o conteúdo da 3ª parte é a “Meditação sobre a Sabedoria divina na história, especialmente no Êxodo”, e não “sobre a história, especialmente do Egito”.

13) ainda na p. 770, na 1ª alínea dos “Temas específicos”: “O autor ensina... a presença dessa Sofia”, e não “A autor... desse Sofia”. E na 2ª alínea: “ele pede a Sabedoria, que é um dom de Deus, para poder governar com justiça” e não “para dar conta daquilo que por si mesmo não conseguiria”.

14) Sb 8,7: ...“que são os bens mais úteis na vida”: omitir “dos homens”.

15) Sb 11,8: ...“como é que castigavas”, não “castigaste”.

16) Sb 17,7: “Tinham sido um fracasso” — não “deixados de lado” — os artifícios da magia / e a sabedoria de que presumiam caiu no ridículo” e não “e pela Sabedoria gloriosa foi-lhes dado um castigo degradante”.

17) na p. 792, col. dir., em cima: “contemporâneo do sumo sacerdote”, omitir “grande”... “pai de Onias III”, não “do”.

18) Eclo 24,47: o versículo é uma clara afirmação, não se justificando o ponto de interrogação no seu final.

19) Eclo 30,3: “deixará os inimigos com inveja”, não “o inimigo”.

20) Eclo 37,21: “A raiz das decisões é o coração / e dele brotam quatro ramos” e não “se originam quatro coisas”.

21) Eclo 39,5: “averiguando o que é bom e mau entre as pessoas”, não “entre os homens”.

22) Eclo 41,3: “para o indigente, e aquele cujas forças...” acrescentar “e aquele”.

23) Eclo 47,22: “e a aflição, por causa da tua insensatez”, não “da tua loucura”.

24) Is 5,7: “sua plantação querida é o povo de Judá”, não “o cidadão”.

25) Is 6,7: “Agora que isto tocou os teus lábios / tua culpa está sendo tirada”, e não “Assim que isso te tocar... tua culpa estará sendo...”

26) Is 10,20: “não mais se apoiarão naquele que os fere”, não “naqueles que os assassinam”.

27) Is 11,4: “com a vara de sua boca”, não “que é sua boca”.

28) Is 19,17: “por causa do plano do Senhor dos exércitos”, não “dos planos”.

29) na nota a Is 20,1-6: “depois de frustrado o apelo ao Egito”, não “frustrada apelo”.

30) Is 22,2: “cidade agitada, cidade festeira”, não “povoado festivo”.

31) Is 22,14: “não vos será perdoado até que morrais”, não “até a morte”.

32) Is 22,15: “Vai dizer ao ministro...” não “Vá dizer...”

33) Is 24,1: “...o Senhor, esvaziando, devastando a terra”, não “evacuando”... “e dispersa os habitantes”, não “os cidadãos”.

34) Is 24,23: “e sua glória resplandece diante dos seus anciãos” (alusão a Ex 24,9-11), e não “iluminando a face dos seus dirigentes”.

35) Is 26,19: “e a terra restituirá à luz os seus mortos”, e não “expulsará do ventre os defuntos”.

36) Is 26,20: este versículo deveria vir junto com os dois versículos seguintes (26,21 e 27,1), com o título indicativo “A passagem do Senhor” (pela clara alusão a Ex 12,22s), e não “Castigo por meio do Leviatã”.

37) Is 27,2: por que “vinhedo”, e não “vinha”?

38) Is 28,1: “Ai da coroa soberba”, e não “Maldita a coroa”, porque os “Ais” não são maldição, mas um gênero literário distinto.

39) Is 30,9: “esse povo... são filhos mentirosos, filhos que não querem saber...” e não “gente mentirosa, gente que...”: por que mudar a metáfora tão significativa dos “filhos”?

40) Is 30,29: “Estareis cantando como na noite sagrada da festa” (como em 26,20, alusão à Páscoa, alusão reconhecida no Talmude).

41) Is 34,14: “lá descansará Lilit”, e não “lá Lilit...” Na nota respectiva se diz que Lilit é a “mitológica deusa da morte”: não será, antes, o noturno demônio feminino?

42) Is 40,6: “Toda carne é como a erva”, e não “Tudo o que é carne não passa de um ramo verde” (?)

43) Is 42,3: “Não quebra o caniço já machucado”, não “o ramo”.

44) Is 49,23: “Os reis serão teus tutores”, e não “tuas babás”.

45) Is 55,8: “Pois os meus pensamentos...” e não “os meu pensamento”.

46) Is 57,3: “nascidos de adúltero e de prostituta”, e não “família de adúltera e...”

47) Is 58: o subtítulo — “Jejum e Sábado que agradam a Deus” — saiu sem negrito, sem colchetes e sem espaço!

48) Is 58,6: ficou parafrástico demais: “soltar as cadeias injustas”, melhor do que “acabar com a injustiça qual corrente que se arrebenta”... e “desamarrar as cordas do jugo”, melhor do que “acabar com a opressão qual canga que se solta”.

49) Is 66,24: “coisa asquerosa para toda carne”, e não “para tudo o que é carne”.

50) Jr 1,2-3: “Josias, filho de Amon, rei de Judá” e “Joaquim, filho de Josias, rei de Judá”: omitir o “como” antes do aposto.

51) na p. 994, na Introdução ao livro de Baruc, por quatro vezes se fala na “Epístola” de Jeremias, quando, à p. 999, no próprio texto, aparece o título “Carta” de Jeremias. Por que não, também na Introdução, falar de “Carta” em vez de “Epístola”?

52) ainda na p. 994, na 1ª alínea do “Conteúdo geral”: “a partir de dados das Escrituras” e não “das Escritura”; no final do “Conteúdo geral”: “e até no templo de Jerusalém, no reinado de Antíoco”, em vez de “no tempo de” para evitar a assonância “templo – tempo”. No final dos “Temas específicos”: “E assim fala também dos falsos deuses”, e não “Talvez fale também...”

53) Br 6,72: “porque ficará longe de cair no ridículo”, e não “longe da gozação”.

54) Dn 4,15: “Seja ele o mais humilde dos homens” (faltou o artigo).

55) Dn 6,15: “Até ao pôr do sol”, e não “até o pôr do sol”.

56) Os 7,12: “Mas quando eles para lá se dirigem”, e não “quando eles lá vão”.

57) Os 12,12: “Se Galaad já foi falsidade, eles não passam de...” e não “Com Galaad-Mentira não passam de...”

58) Jl 4,13: “Lançai a foice”, não “Lança a foice”.

59) Am 1,13: “Rasgaram o ventre das grávidas”, não “a barriga”.

60) Am 2,6: “o indigente, por um par de sandálias”, não “o sofredor”.

61) Am 4,1: “e esmagais os pobres”: por que “os carentes”?

62) Am 5,5: “Betel se tornará uma impiedade”, e não: “vira tolice”.

63) Am 7,4: “Eis o que me mostrou o Senhor Deus”, e não “O Senhor Deus mostrou-me Senhor Deus”.

64) Ab 16: “Assim como bebeste em minha santa montanha”, não “bebestes”.

65) Jn 1,3: “Jonas partiu então, mas com a intenção de...”: acrescentar “mas”. No final do mesmo versículo: “e embarcou nessa viagem”, não “nesta”.

66) Jn 1,14: “Não faças cair sobre nós...”, não “Não jogues”.

67) Jn 2,1 e 2: “no ventre”, “do ventre do peixe”, em vez de “na barriga”, “da barriga”.

68) Jn 2,8: “e minha oração chegou a ti...” e não “pode chegar até ti”.

69) Jn 4,5: “onde fez um abrigo. Ali sentou-se à sombra, para ver...” e não: “onde fez um abrigo onde se sentou à sombra até ver...”

70) Mq 4,14: “Agora, prepara tua defesa, cidade guerreira”, e não “faz carrancas, mulher carrancuda”.

71) Mq 5,3: “Ele se levantará para apascentar o seu povo”, e não “Aquele estará de pé para governar”.

72) Mq 6,1: “Levanta um processo”, não “uma discussão”.

73) Mq 6,16: “carregando a vergonha do meu povo”, não “daquele meu povo”.

74) Mq 7,13: “A terra ficará abandonada por causa de seus habitantes”, não “cidadãos”.

75) na p. 1116, na 1ª alínea da Introdução a Naum: “seriam derrotados pelos babilônios aliados aos medos” e não “por Nabucodonosor da Babilônia”. Continuando: “Estes, de fato, em 612 aC conquistaram Nínive”, e não “Este... conquistou Nínive”. Continuando: “que os assírios estavam perdendo terreno e Nínive iria seguir”, não “e iriam seguir”.

76) ainda na p. 1116, col. dir., em cima, no “Conteúdo geral”: “a Nínive acontecerá o que essa cidade fez a Tebas”, não “ao Egito”.

77) na p. 1119, na Introdução a Habacuc, col. esq. em cima: “depois da destruição de Nínive pelos mesmos caldeus (babilônios), aliados aos medos, em 612 aC”, e não “pelo rei Nabucodonosor de Babilônia, em 612 aC”. Na mesma página, no fim do “Conteúdo geral”: “é nesse contexto que ele alude à destruição...” não “cita a destruição”. E a referência é 1,6, não 2,6.

78) Hab 1,16: “pois fizeram com elas”, não “fez”.

79) Hab 3,3: “surge o todo Santo” (com maiúscula).

80) Hab 3,16: “Senti um frio por dentro”, em vez de “na barriga”.

81) Sf 1,9: “a casa do seu patrão”, não “do seu Senhor”.

82) Sf 2,3: “procurai a justiça”, não “o que é justo”.

83) Sf 3,12: “um povo humilde e pobre”, e não “sofrido e fraco”.

84) na p. 1127, na Introdução a Ageu, ocorre várias vezes a palavra “templo”: como não é um templo comum, mas “o Templo”, deveria ser grafado com maiúscula. Na alínea dos “Temas específicos”, a última frase: “Aí se haveria de invocar”, não “haveria invocar”.

85) Ag 2,7: “enchereis de glória esta Casa”, não “de luxo”.

86) Ag 2,14: “É o que acontece com o trabalho”, não “com trabalho”.

87) Ag 2,23: “eu farei de ti um sinete”, não “uma bandeira”.

88) Zc 2,13: “Pois eu levanto a mão contra eles, e serão...” e não: “eu meto a mão neles e eles serão”.

89) Zc 3,1 e 2: “Satanás” em vez de “o adversário”.

90) Zc 4,6: “Não será com a força nem com o poder”, e não “com exército e com o poder”.

91) Zc 5,7: “sentada dentro da caixa”, não “dento”.

92) Zc 5,8: “e fechou-a novamente”, não “e fechou-o”.

93) Zc 6,10: “Recebe os dons dos exilados”, e não “Pega uns exilados”.

94) Zc 6,13: “Haverá um sacerdote à sua direita”, não “no seu próprio trono”.

95) Zc 7,9: “e cada qual pratique a bondade e a misericórdia para com...” e não “deve ser bom e compreensivo para com”.

96) Zc 8,7: “da terra do Oriente, e do país do sol poente”, não “do sol nascente”.

97) Zc 8,16: “e que nos seus tribunais”, não “nas suas portas”.

98) Zc 10,2: “Os amuletos só falam tolices”, não “os feiticeiros”.

99) Zc 10,3: “contra os pastores”, não “os governantes”; “contra os bodes”, não “os poderosos”.

100) Zc 11,15: “apetrechos de um pastor insensato”, não “de pastor sem responsabilidade”.

101) Zc 1,17: “Ai desse meu pastor insensato”, não “pastor de fantasia”.

102) Zc 12,1: “que modela o espírito do ser humano dentro dele”, e não “o espírito humano dentro do homem”.

103) Zc 12,2: “de Jerusalém uma taça de embriaguez para todos os povos”, e não “uma caneca de aguardente a embriagar todos os povos”.

104) Zc 13,7: “Fere o pastor e se espalharão as ovelhas”, não “e espalha as ovelhas”.

105) Ml 1,6: “O filho honra o pai, e o servo, seu senhor”, e não “O filho é a glória do pai, e o servo, a glória do seu senhor”. Continuando: “Se eu sou pai, onde está a minha honra”, não “glória”.

106) Ml 2,14: “Porque o Senhor é testemunha entre ti e a mulher”, não “vigia”.

107) Ml 2,16: “Se alguém repudia por ódio a esposa”, e não “Eu odeio o costume repudiar a esposa”. Continuando: “cobre de crime o próprio manto”, não “cobra” (verificar!).

108) na p. 1148, na Introdução a Mateus, col. dir., embaixo: “envia seus discípulos às ovelhas perdidas de Israel”, não “às ovelhas sem pastor de Israel”.

109) Mt 1,25: “E, sem que tivessem mantido...” omitir o “antes”, que não consta no original.

110) Mt 4,23: “ensinando nas sinagogas deles”: o “deles” é típico da redação mateana.

111) Mt 5,8: “Felizes os puros no coração”, melhor que “de coração”, e paralelo a 5,3: “pobres no espírito”.

112) Mt 5,10: “Felizes os perseguidos por causa...”, omitir “que são”.

113) Mt 7,13: “e muitos são os que entram por ela”, isto é, pela “porta larga”.

114) Mt 11,29: “Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim” e não “sede discípulos meus”.

115) Mt 12,18: “e ele anunciará às nações o julgamento”, e não “o direito”.

116) Mt 12,20: “até que faça triunfar o julgamento” e não “o direito”.

117) Mt 17,9: “até que o Filho do Homem tenha ressuscitado” (NV) e não: “tenha sido ressuscitado”.

118) Mt 18,7: “Ai do mundo por causa dos escândalos”, e não “pelas ocasiões de pecado”. A propósito, era bom ver se vale a pena evitar esses termos já tradicionais, escândalo, escandalizar: penso que uma nota, esclarecendo que, no original, “escândalo” é a pedra de tropeço etc., seria preferível às paráfrases... Nesse caso, seria interessante uniformizar todos os paralelos!

119) Mt 24,10: “Muitos se escandalizarão...” e não “sucumbirão”, lit. “tropeçarão”.

120) Mt 26,1: “Depois que terminou todos esses ensinamentos”, lit. “palavras”, em vez de “todas essas palavras”.

121) Mt 26,13: “onde for proclamado este Evangelho”, não “proclamada”.

122) Mt 26,75: “Antes que o galo cante”, não “um galo”.

123) Mc 1,11: “em ti está o meu agrado”, não “meu pleno agrado”.

124) Mc 4,11: “Mas para aqueles que estão fora...”, acrescentar o “Mas”.

125) Mc 4,36: “Eles despediram a multidão”, não “as multidões”.

126) Mc 6,3: “E mostravam-se chocados com ele” e não “E ele se tornou para eles uma pedra de tropeço”.

127) Mc 6,4: “Jesus, então, lhes disse”, e não “dizia-lhes”.

128) Mc 6,5: “E não conseguiu fazer ali”, e não “conseguia”.

129) Mc 6,48: “...porque o vento era contrário, pelas três da madrugada foi até eles” e não “nas últimas horas da noite”.

130) Mc 6,52: “O coração deles continuava endurecido” e não “sem entender”.

131) Mc 6,56: “ao menos pudessem tocar a barra do seu manto”, não “a franja”.

132) Mc 8,17: “Vosso coração continua endurecido”, e não “incapaz de entender”.

133) Mc 9,24: “Eu creio, mas ajuda-me na minha falta de fé”, omitir a exclamação e acrescentar o “mas”.

134) Lc 1,19: “Eu sou Gabriel, e estou sempre...” omitir a vírgula depois de “estou”.

135) Lc 1,48: na nota, incluir o sentido literal de tapeinôsis, a “humilhação”...

136) Lc 2,15: ... “para ver o que aconteceu e que o Senhor nos comunicou”, em vez de “ver a realização desta palavra que o Senhor nos deu a conhecer”.

137) Lc 2,29: “Agora, Senhor, ... podes deixar teu servo”, e não “deixas teu servo...”

138) Lc 3,1: melhorar a pontuação: ...“quando Pôncio Pilatos era governador da Judéia; Herodes, tetrarca da Galiléia; seu irmão Filipe, tetrarca da Ituréia e da Traconítide, e Lisânias, tetrarca (não “tetraraca”) de Abilene; enquanto Anás e Caifás...”

139) Lc 3,7: “João dizia às multidões...”, omitir “ainda”.

140) Lc 3,14: “contentai-vos com o vosso soldo”, não “salário”.

141) Lc 3,21: nova redação: “Enquanto todo o povo estava sendo batizado, Jesus, também batizado, pôs-se em oração. Então, o céu se abriu...”

142) Lc 7,35: “a Sabedoria (maiúscula!) é reconhecida por todos os...”, não “graças a”.

143) Lc 8,10: “de modo que, olhando, não enxerguem e, (vírgula) ouvindo, não entendam”.

144) Lc 9,51: “Quando se ia completando o tempo da sua elevação (lit. “do seu arrebatamento”) ao céu...”

145) Lc 10,24: “quiseram ver o que estais vendo”, omitir o “vós”.

146) Lc 11,34: “Se teu olho for bom (lit. “simples”), ficará todo...”

147) Lc 12,20: “tua vida te será tirada”, não “retirada”.

148) Lc 15,11: o título da parábola, em vez de “o filho perdido e reencontrado”, não seria melhor: O pai misericordioso e seus dois filhos?

149) Lc 16,18: “E quem se casa com a que foi despedida, também...” (vírgula).

150) Lc 19,7: “Ao verem isso, todos começaram...”, não “ao ver...”

151) Lc 22,24: Houve ainda uma discussão... e não “Ora, houve uma discussão...”

152) Lc 22,32: “E tu, uma vez convertido, confirma os teus irmãos”, e não “fortalece”.

153) na página 1250, na Introdução a João, no diagrama, sugiro uma subdivisão das duas partes do texto do evangelho: o livro “dos sinais”, em duas partes (1,19–4,54: diálogos e cc. 5–12: controvérsias), e também o livro “da exaltação”, em duas partes (cc. 13–17: a comunidade e cc. 18–20: a exaltação).

154) Jo 2,4: “Mulher, que há entre mim e ti?” e não “que é isso para mim e para ti”...

155) Jo 2,19: “Destruí vós este templo”, acrescentar o “vós”.

156) Jo 2,20: “quarenta e seis anos para erguer este templo”, acrescentar o “para”.

157) Jo 5,29: “e aqueles que praticaram o mal, vão ressuscitar para a condenação”, acrescentar “vão ressuscitar”.

158) Jo 6,57: “assim aquele que de mim se alimenta”, não “que me consome”.

159) Jo 12,20: “entre os que tinham subido a Jerusalém”, não “tinham subida”.

160) Jo 12,32: “e quando eu for levantado da terra”, não “elevado”.

161) Jo 12,34: “que o Filho do Homem precisa ser levantado”, não “elevado”.

162) Jo 20,9: “não tinham compreendido a Escritura, segundo a qual...” (vírgula).

163) At 2,27 e 2,31: “no mundo dos mortos”, em vez de “no reino da morte”...

164) At 5,10: “ela caiu diante dele e expirou”, e não “caiu morta diante de seus pés”.

165) At 5,41: “dignos de injúrias por causa do Nome” (com maiúscula, e sem “de Jesus”).

166) At 9,27: “como Saulo tinha visto no caminho o Senhor” (omitir a vírgula após “caminho”).

167) At 12,11: “e de tudo o que o povo judeu esperava”, não “a população judaica”.

168) At 13,15: “Irmãos, se tendes alguma palavra de exortação”, e não “se alguém dentre vós tem...”

169) At 15,19: “que não devemos inquietar os gentios”, omitir o “para”.

170) At 17,23: “Ao deus desconhecido”, não “A um deus...”

171) At 19,35: “quem dentre os seres humanos não sabe...”, não “homens”.

172) At 19,36: foi omitido todo o versículo: Isso ninguém pode negar. Portanto, é bom que fiqueis calmos e nada façais de precipitado.

172) At 20,38: “que eles nunca mais veriam o seu rosto”, acrescentar o artigo “o”.

173) At 27,6: “que estava de partida para a Itália, e nele nos fez embarcar”, em vez de “e para o qual nos transferiu”.

174) At 28,27: “e se convertam, e eu os possa curar”, acrescentar vírgula após “se convertam”.

175) na p. 1317, na Introdução à carta aos romanos, col. esq., no fim do 1º parágrafo: “o qual, todavia, não é mencionado na carta” (omitir “de Paulo”). E a seguir: “O secretário mencionado é Tércio” (omitir “na carta”). Na mesma página, col. dir., embaixo: “A última parte contém orientações” (omitir “então”).

176) na p. 1318, col. dir., no fim da Introdução: “Toda pessoa que, pela fé, adota o caminho de Cristo, é salva” (acrescentar “pela fé”).

177) Rm 1,3-4: “Este, segundo a carne, era descendente de Davi, mas, segundo o Espírito de santidade...”, acrescentar “era”, e “mas”.

178) Rm 10,21: “estendi as mãos a um povo descrente e rebelde”, não “desobediente”.

179) Rm 12,1: “pela misericórdia de Deus, a oferecerdes vossos corpos em sacrifício vivo”, e não “a vos oferecerdes em sacrifício”...

180) Rm 14,14: “que, em si, nenhum alimento (lit. nada) é impuro”, não “nada é impuro”, porque o contexto fala dos alimentos puros e impuros!

181) na p. 1334, na Introdução à 1Coríntios, na col. dir., em cima: “o recurso a tribunais civis”, não “privados”.

182) 1Cor 2,6: “Entre os irmãos plenamente instruídos”, não “entre os fiéis”...

183) 1Cor 7,36: “receia faltar ao respeito...”, não “do respeito”.

184) 1Cor 8,5: “E mesmo que houvesse pretensos deuses”, não “mesmo que haja”.

185) 1Cor 15,39: “Nem todos os corpos são iguais: um é o corpo dos humanos, outros é o dos animais, outro, o corpo das aves, outro, o dos peixes...” O versículo saiu confuso, misturando “carne” com “corpo” e vice-versa.

186) 2Cor 3,3: “não em tábuas de pedra, mas em tábuas de carne, os corações”, e não: “em tábuas que são corações humanos”...

187) 2Cor 8,14: “o que eles têm em abundância complete o que acaso...” e não: “o que eles têm em bastante supra...”

188) 2Cor 8,23: “nossos irmãos, enviados das Igrejas”, melhor que “delegados” (?).

189) 2Cor 10,16: “do que outros tenham feito no seu terreno...” e não “do que outros realizaram”.

190) 2Cor 10,18: “aquele que o Senhor recomenda, e não aquele...” (vírgula).

191) 2Cor 11,33: “E assim escapei de suas mãos”, e não “das mãos dele”.

192) na p. 1361, na Introdução à carta aos gálatas, na col. esq., em cima: “as Igrejas fundadas durante a segunda viagem” (acrescentar “viagem”).

193) Gl 1,15: “Deus, porém, tinha-me posto à parte...” (falta o hífen).

194) Gl 2,8: “Pedro para o apostolado entre os judeus, preparou também...” (vírgula).

195) Gl 2,21: “Eu não torno vã a graça de Deus”, e não “Eu não anulo”...

196) Gl 5,16: “e nunca satisfaçais os desejos da carne”, e não “o que deseja uma vida carnal”.

197) Gl 6,18: “a graça de nosso Senhor Jesus Cristo”, não “do”.

198) Ef 2,12: “então, estáveis sem Cristo...” (por que o minúsculo e as aspas?)

199) Ef 5,3: “e qualquer espécie de impureza, ou cobiça, nem sequer...” (acrescentar as vírgulas).

200) Ef 5,21: “Sede submissos uns aos outros”, melhor que “submetei-vos...” Na nota respectiva, sugiro outra formulação: Sede submissos = submissão mútua, não de inferioridade, mas de respeito mútuo, para com o outro, a outra.

201) Ef 6,7: “servindo ao Senhor, e não a seres humanos”, não “a simples homens”.

202) Ef 6,24: “os que amam nosso Senhor Jesus Cristo, com fidelidade”, ou “na fidelidade”, melhor do que “em fidelidade”?

203) Fl 2,19: “que eu em breve possa enviar-vos Timóteo...”, e não “em breve vos possa”.

204) Fl 3,14: “que, do alto, Deus me chama a receber, no Cristo Jesus” (vírgula, após “receber”).

205) Fl 4,5: “Seja a vossa moderação conhecida...”, não “amabilidade”.

206) na p. 1379, na Introdução a Colossenses, col. dir., no meio: “a plenitude de Cristo, que invade a comunidade e o universo, exclui todo...” (acrescentar as duas vírgulas).

207) Cl 3,13: “se um tiver motivo de queixa”, não “motiovo”.

208) Cl 3,23: “para o Senhor e não para seres humanos” e não “para os homens”.

209) 1Ts 2,10: “e com toda a distinção, a vós que abraçastes a fé”, e não “que acreditais”.

210) 1Ts 4,15: “nós, os vivos, os que ficarmos em vida”, acrescentar “os”.

211) 1Tm 4,2: “com a consciência marcada por ferro em brasa”, e não “com ferro”...

212) 1Tm 5,9-10, outra redação: “não menos de sessenta anos, tenha casado uma só vez / e seja conhecida por suas obras: soube educar...”

213) 1Tm 6,2: “ao contrário, sirvam-nos ainda melhor”, acrescentar “ainda”.

214) 1Tm 6,6: “Ora, a piedade é grande ganho...”, não “dá grande ganho”.

215) 1Tm 6,9: “que mergulham as pessoas na ruína e perdição”, não “os homens”.

216) 2Tm 2,25: “Assim conhecerão a verdade”, omitir o “para que”.

217) 2Tm 3,1: Fica sabendo que...”, não “Ficai”.

218) 2Tm 3,3: “incontinentes, desumanas, inimigas do bem”, não “desumanos, inimigos”.

219) Hb 11,23: “viram a beleza do menino”, não “a beleza”.

220) Hb 11,40: “que eles chegassem, sem nós, à plena realização” (acrescentar as duas vírgulas).

221) Tg 1,17: “do alto, do Pai das luzes”, não “dos luzes”.

222) Tg 1,25: “esse vai ser feliz”, não “esse será feliz”.

223) Tg 2,26: “a fé, sem as obras, é morta”, não “sem a prática”.

224) Tg 4,17: “sabe fazer o bem e não o faz, é réu...” (acrescentar a vírgula).

225) na p. 1423, na Introdução à 1Pedro, na col. esq., em cima: “1Pd compara os destinatários”, não “compara-os” (tirar o hífen).

226) 1Pd 2,6: “Estabeleço em Sião...” e não “Eis que ponho”.

227) 1Pd 2,7: “De vós, que credes, é a honra”, e não “Para vós, que credes, é seu valor” (?)

228) 1Pd 2,9: “o sacerdócio real”, não “régio”.

229) 2Pd 2,16: “mas recebeu o castigo de sua infidelidade”, e não “foi recriminado por sua transgressão”.

230) 1Jo 2,16: “a concupiscência da carne”, não “concupiscência humana”.

231) 1Jo 3,15: “nenhum homicida tem a vida eterna”... omitir “conserva”.

232) na p. 1439, na Introdução à 2João, na col. dir., em cima: “preocupado com falsos mestres, que se apresentam” (acrescentar a vírgula).

233) Jd 12: “desonra de nossas refeições comunitárias”, não “comunitários”.

234) na p. 1443, na Introdução ao Apocalipse, col. esq., 2ª alínea, a referência à “exclusão do mercado” é 13,17, não 19,17.

235) Ap 6,12, na nota: “saco de crina”, não “crino”.

236) Ap 6,16-17: outra pontuação: ... “e da ira do Cordeiro, / pois chegou o grande dia de sua ira. (ponto final) Quem poderá manter-se de pé?”

237) Ap 15,8: “e ninguém podia entrar, enquanto não estivessem...” omitir “no Santuário”.

238) Ap 17,17: “de comum acordo à fera o poder real que eles têm, até que...” (omitir o segundo “à fera”).

239) Ap 22,6: “o que deve acontecer em breve”, não “muito em breve”.

240) na p. 1468, col. esq., embaixo, no verbete “Expiação”: “o sumo sacerdote entrava no Lugar Santíssimo”, não “entreva”.

241) na p. 1477, col. dir., no verbete “Sortes”: “dois dados, chamados urim e tumim, que eram guardados no efod”, não “chamadas”, “guardadas”.

Terminado esta recensão, ainda duas observações. A primeira, sobre os recursos didáticos da edição: além dos diagramas de cada livro, já mencionados e elogiados, um excelente Glossário em 17 páginas, e nada menos que onze mapas coloridos e, ainda, uma “Linha do Tempo Bíblico”. Nesta, a coluna que indica os séculos poderia ter esses números em algarismos romanos, para diferenciar das datas dos anos, transcritas em algarismos arábicos. Não por último, precedendo a Introdução Geral, temos o texto integral da Dei Verbum, a Constituição dogmática do Concílio Vaticano II sobre a Revelação Divina. Registre-se que todos esses subsídios, e a supervisão geral da tradução e edição, são devidos ao já mencionado Pe. Johan Konings, SJ, que merece todo o nosso reconhecimento.

A segunda observação final é sobre a própria tradução. Quando fui convidado a participar da equipe, o Novo Testamento já tinha sido traduzido, e minha colaboração seria, portanto, e foi, para o Antigo Testamento. Lembro-me de que, na primeira reunião e, depois, em reuniões sucessivas, insisti em que, se quiséssemos uma “Bíblia da CNBB” com características próprias, mesmo exclusivas, que a diferenciassem das outras traduções em curso, todas feitas a partir dos textos originais, nós deveríamos efetivamente tomar como texto-base a Nova Vulgata, tradução latina oficial da Igreja Católica, publicada em 1979 e, depois, numa edição revisada, em 1986. Naturalmente, a tradução deveria levar em conta certas características do latim, por exemplo, a ausência dos artigos definidos e, mesmo, certos termos e locuções que não correspondem bem ao texto original, como aliás já o tradutor do Sirácida reclamava a propósito da Septuaginta em relação ao hebraico. Por isso, em determinadas passagens, em notas, indicar-se-iam as discrepâncias ou diferenças da Nova Vulgata em relação aos textos originais, ou mesmo, quando não houvesse dúvida, se preferiria o texto original ao da Nova Vulgata. De resto, convenci-me, em muitos casos, de que a Nova Vulgata realmente corrigiu as falhas da Vulgata Sixto-Clementina, publicada no fim do século XVI, após o concílio de Trento. Um exemplo, entre muitos: em Gn 3,15, se a Vulgata traduziu ipsa conteret (ela, a mulher, te esmagará a cabeça), a Nova Vulgata traduz, a partir do Texto Massorético, ipsum conteret (ele, o descendente/descendência da mulher). Mas fui voto vencido, e a maioria optou por fazermos uma tradução a partir dos textos originais, embora levando em conta as opções da Nova Vulgata, “ela mesma baseada nos documentos originais”, como lembra a Apresentação da 1ª edição, assinada pelo Presidente da CNBB, Dom Jayme Henrique Chemello. Em todo caso, fica registrada a minha opinião de que, se tivéssemos optado por uma tradução integral da Nova Vulgata, a Bíblia da CNBB teria tido uma característica especial que realmente a diferenciaria das outras muitas versões atualmente correntes no Brasil.

Seja como for, aí está a bela realização de um projeto há mais tempo acalentado e agora, desde julho de 2001 — e, em 2ª edição, desde julho de 2002 —, tornado realidade: a CNBB tem a “sua” Bíblia. Ainda não declarada “oficial”, mas é a “sua” Bíblia, a qual, devidamente aperfeiçoada e atualizada, deverá daqui para a frente iluminar a caminhada de fé da Igreja no Brasil.

Pe. Ney Brasil Pereira
Mestre em Ciências Bíblicas e Professor no Itesc
Itesc – cx. postal 5041
88040-970 Florianópolis, SC
neybrasi@terra.com.br

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Fonte: PEREIRA, Ney Brasil. Recensão: “Bíblia Sagrada. Tradução da CNBB, com introduções e notas”. Estudos Bíblicos, São Paulo, v. 21, n. 77, p. 67–75, 2003. Disponível no portal da revista Estudos Bíblicos.-